DAYTRIPPERS – A África e sua Gente

Veja esta matéria na íntegra na Edição #5 da REVISTA OVERLANDER

“Sem dúvida estávamos adorando a África. Estar em um novo continente, tão diferente de tudo que já havíamos visto nesses três anos pelo mundo, renovou as nossas energias. Os animais são incríveis e hipnotizantes e as paisagens, extremamente cênicas, mas queríamos ir mais a fundo na realidade africana e conhecer os povos e tribos que fazem parte desse continente tão controverso.”

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NAMÍBIA TRIBAL

A Namíbia é formada por diversas etnias que diferem em vários aspectos como língua, origem, costumes, mas o que mais chama a atenção no primeiro contato é a aparência. Chegamos a Opuwo, a maior cidade do Kaokoland, já de noite, o que dificultou enontrar um camping, mas demos bastante sorte e acampamos em um hotel com piscina de borda infinita, vista paa o vale e toda a área de lazer e instalações comuns aos campistas e hóspedes.

Nossa maior busca nos arredores de Opuwo era fugir das típicas visitas guiadas e estabelecer contatos genuínos com os Himbas, a última tribo seminômade da Namíbia, conhecida pela beleza e vaidade das mulheres com a pele, sempre avermelhada da típica mistura de banha animal e ocre que passam no corpo e no cabelo para limpar, hidratar, proteger do sol e das picadas de mosquito.

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Conversamos com o Antônio, um guia que trabalhava no hotel, e ele apontou no mapa onde encontraríamos uma tribo e sugeriu levarmos conosco alimentos como farinha de milho, óleo e açúcar, o que é o normal ao visitar as tribos, e procurar os professores da escolinha primária da aldeia de Uhungumure.

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ENTRE CEGOS NA ZÃMBIA

Cruzamos a balsa no encontro dos rios Chobe e Zambezi, fronteira entre Botsuana, Namíbia, Zimbabwe e o nosso próximo destino, a Zâmbia. Logo percebemos que estávamos em um país mais vivo, mais negro, mais colorido e mais simples. Era a África que sonhávamos conhecer, com pessoas alegres, espontâneas e simpáticas.A Isa vinha fazendo alguns contatos para um trabalho social, queria poder ajudar e também conhecer melhor a realidade desse continente marcado pela exploração colonial tão recente, pelas convulsões sociais, a corrupção e a pobreza extrema. Por meio do do site www.workaway.info ela fiou sabendo de uma ONG que é uma escola interna para crianças cegas com diversos graus de comprometimento em um vilarejo na zona rural da Zâmbia.

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Acho que aprendemos mais do que ensinamos nessa semana que passamos na Malaikha, mas com certeza pudemos dar carinho, atenção e estímulo para crianças especiais que fiaram no nosso coração. Foi uma experiência muito rica e conflitante ao mesmo temp.

Todas as noites conversávamos sobre o que vínhamos vivendo naqueles dias com as crianças — às vezes nos víamos sem paciência e nos sentíamos egoístas, mas quem não passa por esse tipo de sentimento fazendo um trabalho voluntário em uma realidade tão dura e distinta da nossa? O aprendizado está justamente na identifiação e aceitação desses sentimentos e, a partir daí, tentar ser e fazer o melhor, doando mais e esperando menos. Saímos certos de que o mundo precisa de mais solidariedade e tolerância.

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